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Sábado, 19 Abr 2014
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Ter, 11 de Setembro de 2012 13:41

Colecistite Crônica Calculosa

O termo colecistite crônica calculosa se refere aos pacientes portadores de processo inflamatório recorrente associado à presença de pedras no interior da vesícula biliar. Os cálculos, além de “irritarem” a vesícula, causam obstrução parcial da drenagem pelo canal da vesícula biliar (chamado ducto cístico), desencadeando surtos de cólica biliar.
 

Sinais e Sintomas da Colecistite Crônica Calculosa

O sintoma principal é a dor tipo cólica na parte superior direita do abdômen, logo abaixo das costelas. Em cerca de 50% dos casos se associa a ingestão de gorduras.

Na ausência de crises os sintomas são inexistentes, embora muitos apresentem umas diversidades de outras queixas como intolerância a diversos tipos de alimentos (principalmente os gordurosos), má-digestão e flatulência. Na maioria das vezes, é difícil provar causa e relação da colecistite crônica calculosa com estes sintomas.
 

Diagnóstico da Colecistite Crônica Calculosa

Baseia-se na presença de surtos de dor com achado de colelitíase no exame de ultrassom abdominal.
 

Diagnóstico Diferencial

Inúmeros outros problemas do aparelho digestivo podem se confundir com a cólica biliar, destacando-se gastrite, esofagite, úlcera péptica, diverticulite, pancreatite, intestino irritável, angina, radiculite, litíase renal e câncer da vesícula biliar.
 

Complicações da Colecistite Crônica Calculosa

A principal complicação da coleciste crônica é o aumento da inflamação durante uma das crises, desenvolvendo assim a colecistite aguda. Isto ocorre em cerca de 20% dos pacientes com cólica biliar. Existem outras complicações que podem seguir a instalação da colecistite aguda. Outras complicações incluem pancreatite, icterícia, coledocolitíase, síndrome de Mirizzim íleo biliar, e carcinoma da vesícula biliar.
 

Tratamento da Colecisitite Crônica

O tratamento de escolha é a colecistectomia videolaparoscópica. A dor se resolve em mais de 95% dos casos e outros sintomas inespecíficos são resolvidos em cerca de 75% das vezes.

Outros tratamentos não são eficazes e só devem ser considerados em casos de contra-indicação ou risco muito elevado à cirurgia. Aqui se incluem uso de medicamentos e dietas sem gordura.
 
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