Colelitíase | Pedra na vesícula e Colecistite | Inflamação da vesícula
Colelitíase é a formação de pedras (cálculos) no interior da vesícula biliar. Colecistite é a inflamação da vesícula biliar, geralmente causada por cálculos no seu interior.
Fatores de risco para pedra na vesícula biliar
- Há um aumento com o passar da idade.
- Há um aumento do número de casos com a gravidez e em mulheres, havendo uma provável ligação com fatores hormonais
- Obesidade
- Diabetes
- Outras doenças mais raras como talassemia e anemia hemolítica.
- Há um aumento do número de casos com a gravidez e em mulheres, havendo uma provável ligação com fatores hormonais
- Obesidade
- Diabetes
- Outras doenças mais raras como talassemia e anemia hemolítica.
Sintomas da Colecistite e cólica biliar
- Muitos pacientes com colelitíase (mais de 50%) não tem sintomas por vários anos.
- Dor no abdome é o sintoma mais comum. Esta costuma ser do lado direito, abaixo das costelas, sendo conhecida como cólica biliar (“crise”). Pode ser acompanhada de náuseas, vômitos e falta de apetite. Em casos mais graves pode haver febre. Este quadro tende a piorar com a alimentos gordurosos, mas todos os alimentos podem gerar sintomas. A cólica é explicada pela vesícula biliar forçando a eliminação da bile contra a resistência das pedras. Uma destas pedras não consegue sair pelo canal da bile (ducto cístico), provocando dor e ocasionalmente inflamação. A dor geralmente surge de 30 a 120 minutos depois das refeições. Dor mais longa pode sugerir uma complicação decorrente da colelitíase.
- Caso a obstrução do canal persista, pode haver a evolução para uma inflamação aguda da vesícula biliar (colecistite aguda). Esta geralmente ocorre com náuseas e vômitos, podendo também ocorrer febre e piora na saúde geral dos pacientes.
- Crises repetidas de cólica biliar geralmente levam a uma inflamação denominada colecistite crônica calculosa.
- Dor no abdome é o sintoma mais comum. Esta costuma ser do lado direito, abaixo das costelas, sendo conhecida como cólica biliar (“crise”). Pode ser acompanhada de náuseas, vômitos e falta de apetite. Em casos mais graves pode haver febre. Este quadro tende a piorar com a alimentos gordurosos, mas todos os alimentos podem gerar sintomas. A cólica é explicada pela vesícula biliar forçando a eliminação da bile contra a resistência das pedras. Uma destas pedras não consegue sair pelo canal da bile (ducto cístico), provocando dor e ocasionalmente inflamação. A dor geralmente surge de 30 a 120 minutos depois das refeições. Dor mais longa pode sugerir uma complicação decorrente da colelitíase.
- Caso a obstrução do canal persista, pode haver a evolução para uma inflamação aguda da vesícula biliar (colecistite aguda). Esta geralmente ocorre com náuseas e vômitos, podendo também ocorrer febre e piora na saúde geral dos pacientes.
- Crises repetidas de cólica biliar geralmente levam a uma inflamação denominada colecistite crônica calculosa.
Diagnóstico de pedra na vesícula biliar e colocistite
O ultrassom do abdome é o método de escolha para a avaliação de pacientes com suspeita de cálculos biliares. O exame demonstra pedras no interior da vesícula. Pode haver também um espessamento da parede da vesícula e líquido ao redor (devido à inflamação aguda) da vesícula, bem como distensão (devido à obstrução) da vesícula. Em casos de inflamação aguda pode-se utilizar cintilografia para confirmar o diagnóstico.
No caso da suspeita de que alguma pedra migrou para o canal da bile (ducto biliar), esta pode ser diagnosticada e retirada antes ou após a cirurgia através de um exame por endoscopia conhecido como colangiopancreatografia retrógrada endoscópica .
Tomografia e ressonância não são utilizados na maioria dos casos de doenças da vesícula biliar. Tomografia computadorizada e colangioressonancia são usadas em casos onde há suspeita de câncer para avaliação do figado e de outras estruturas ao redor da vesícula biliar. Outros exames de sangue podem demonstrar alteração do fígado, dos canais biliares, do pâncreas e sinais de infecção.
A maioria dos tumores da vesícula biliar são achados no exame microscópico após colecistectomia (cirurgia de remoção da vesícula biliar) e não apresentam sintomas característicos. Quando tumor de vesícula for encontrado está também indicada a remoção dos gânglios linfáticos da região e de parte do figado (hepatectomia).
No caso da suspeita de que alguma pedra migrou para o canal da bile (ducto biliar), esta pode ser diagnosticada e retirada antes ou após a cirurgia através de um exame por endoscopia conhecido como colangiopancreatografia retrógrada endoscópica .
Tomografia e ressonância não são utilizados na maioria dos casos de doenças da vesícula biliar. Tomografia computadorizada e colangioressonancia são usadas em casos onde há suspeita de câncer para avaliação do figado e de outras estruturas ao redor da vesícula biliar. Outros exames de sangue podem demonstrar alteração do fígado, dos canais biliares, do pâncreas e sinais de infecção.
A maioria dos tumores da vesícula biliar são achados no exame microscópico após colecistectomia (cirurgia de remoção da vesícula biliar) e não apresentam sintomas característicos. Quando tumor de vesícula for encontrado está também indicada a remoção dos gânglios linfáticos da região e de parte do figado (hepatectomia).
Tratamento de doenças da vesícula biliar: colecistectomia
A única forma de tratar pedra na vesícula com eficácia é a cirurgia. Métodos que quebrem as pedras não funcionam bem na vesícula biliar. Injeção ou ingesta de medicamentos para dissolver as pedras também não tem resultados comprovados.
A cirurgia consiste da remoção da vesícula biliar e é chamada de colecistectomia. A cirurgia para o tratamento das pedras na vesícula é indicada em pacientes que tem sintomas: inflamação aguda (colecistite aguda) ou pelo menos duas crises de cólica biliar. Também é indicada a remoção por cirurgia em casos de complicação da pedra na vesícula como pancreatite, infecções, perfurações e migração da pedra para o canal biliar principal.
Atualmente o método mais utilizado para a cirurgia de remoção da vesícula biliar, ou colecistectomia, é a laparoscopia (chamado de colecistectomia videolaparoscopia). Este método traz todos os benefícios da cirurgia minimamente invasiva. Neste método, são realizadas quatro pequenos cortes no abdome do paciente, por onde são introduzidas as pinças e a câmera de vídeo e a vesícula biliar é removida pelo umbigo.
A cirurgia consiste da remoção da vesícula biliar e é chamada de colecistectomia. A cirurgia para o tratamento das pedras na vesícula é indicada em pacientes que tem sintomas: inflamação aguda (colecistite aguda) ou pelo menos duas crises de cólica biliar. Também é indicada a remoção por cirurgia em casos de complicação da pedra na vesícula como pancreatite, infecções, perfurações e migração da pedra para o canal biliar principal.
Atualmente o método mais utilizado para a cirurgia de remoção da vesícula biliar, ou colecistectomia, é a laparoscopia (chamado de colecistectomia videolaparoscopia). Este método traz todos os benefícios da cirurgia minimamente invasiva. Neste método, são realizadas quatro pequenos cortes no abdome do paciente, por onde são introduzidas as pinças e a câmera de vídeo e a vesícula biliar é removida pelo umbigo.
Resultados da colecistectomia videolaparoscópica
Os resultados desta cirurgia são excelentes com índice muito pequeno de complicações. O paciente apresenta-se curado dos sintomas, com altos índices de satisfação e recuperação extremamente rápida.
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